quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Esta noite (...)


Esta noite eu vou ficar á tua espera no nosso esconderijo, na floresta, onde a lua ilumina a mais bonita árvore. Vou a teu encontro depois de todos já estarem em suas casas, vou pegar na minha mochila carregada de imensos papeis, onde eu descrevi o poder do meus sentimentos por ti, em forma de canção poderás perceber a sua dimensão. Tenho medo, medo de acabar por te perder para outra pessoa, tenho medo de passar por ti na rua e que já não me reconheças, tenho medo de não poder voltar a correr para os teus braços e te agarrando para que todos vejam que és meu. Acho que estou doente, parece que te vejo em cada virar de esquina, parece que te pressinto em cada momento da minha vida. Como consegui eu gostar de ti? Bem isso não importa, pois acho que me embebedas-te com uma dose mortal, difícil de lidar e impossível de curar.
Uma vez provado para sempre condenada a sofrer, a chorar, a importar-me com coisas insignificantes, mas tudo isso irá fazer com que fique cada vez mais fraca, e ai o coração e alma também vão enfraquecendo. Quero e devo cuidar de ti enquanto ainda me resta algum tempo, não quero que te arrependas de me teres colocado na tua vida. És um "delinquente" que roubas-te o meu coração e merecias ser preso, preso por provocares sintomas inexplicáveis em mim, deverias ser preso mas junto a mim, para eu nunca te soltar. Assim nunca te irias embora (...)





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